quinta-feira, 14 de fevereiro de 2008
terça-feira, 12 de fevereiro de 2008
A filha jornalista de Lula
Na novela dos cartões corporativos, um dos últimos capítulos foi a descoberta de que os seguranças do governo que trabalham com Lurian Cordeiro, a filha mais velha de Lula, fizeram gastos variados e, aparentemente, pouco ortodoxos em lojas de autopeças, materiais de construção, equipamentos de segurança, munição, padaria, livraria, postos de combustíveis, lojas de esportes entre outros estabelecimentos. Na edição de hoje de “O Globo”, o advogado de Lurian rebateu a história.
- Ela não é funcionária pública, não possui cartão corporativo. As notícias sobre essas despesas são inverídicas.
O detalhe é que a reportagem do jornal carioca não diz que Lurian é funcionária pública, nem que possui cartão corporativo. Apenas diz que os seguranças que trabalham com ela são suspeitos de usarem o cartão de forma irregular. Além disso, há, obviamente, a dúvida sobre quem foi beneficiado com os gastos.
Lurian não quis dar explicações à imprensa e se justificou para “O Globo”.
- Sou jornalista como você. E jornalista não é notícia. Quando ganhar algum prêmio, posso dar entrevista.
Lurian está certíssima quando diz que jornalista não é notícia. Infelizmente, para ela, ser jornalista, ou monitor de zoológico, ou preparador físico, ou sócio de empresa de games para celulares seria absolutamente irrelevante se não houvesse a suspeita de gastos irregulares de verba pública com a família de um presidente. Isso, certamente, é assunto de interesse da imprensa. Aqui e em qualquer lugar do mundo onde a imprensa for livre. Pelo jeito ela saiu da faculdade sem ter conseguido aprender o básico: o que é notícia.
Fonte: http://www.laryff.com.br/terça-feira, 1 de janeiro de 2008
Cultura Enlatada
O jornalista Wagner Lenhardt explica isso em seu artigo "A cultura do jornalismo cultural brasileiro"
"O jornalismo cultural [...] deve ser autocrítico para garantir sua supremacia. Deve ser plural e até lúdico. Acima de tudo, precisa manter-se livre das premissas do jornalismo mercantil. Levantar questões sobre a qualidade do jornalismo cultural praticado no Brasil exige um olhar mais amplo. Precisamos abrir o foco para a situação educacional em que o país se meteu. Pelas esquinas, ouve-se um grito de socorro de qualquer escola brasileira. “Essa situação não ajuda o jornalismo cultural, e nem a cultura como um todo. É uma indigência geral”, diz Daisi Vogel, que ministra a cadeira de Reportagem Especializada em Cultura, na Universidade Federal de Santa Catarina."
Leia todo o artigo http://carosamigos.terra.com.br/
Ana Soranso
sábado, 22 de dezembro de 2007
O velho mundo

No campo econômico se tem firmado muito mais estável para os investidores, inclusive com a moeda mais forte do globo e sem problemas imobiliários. No âmbito político as ultimas conquistas de integração conseguidas pela União Européia, detecta uma visão expansionista, uma nova forma de lidar com a globalização e com o mundo atual, mas que tipo de expansionismo é esse? O que pretende a União Européia se mostrando tão aberta ao dialogo, abrindo ate a possibilidade de diminuir as taxas para nossas exportações?
Gente, a integração do leste europeu é muito mais que quebrar muros concretos, a Europa e sua cara de sociedade civil organizada, esta inquieta novamente, que novo espectro é esse que lá ronda? Algo novo esta no ar, e será que fede? Talvez sim, talvez não, mas lá no fundo eu já sinto um cheiro de azedo, que soa até cheiroso perto da podridão do Tio Sam e sua politica externa arcaica e inflexivel, é esperar pra ver onde vai dar.
domingo, 9 de dezembro de 2007
O que eu vou achar?!

Assim que a imprensa formosa notificou a recente derrota do Presidente Hugo Chávez (1,5%) a direita nacional (praticante e não-praticante) passou a manifestar a sua enorme satisfação. Ficou claro o erro dos achismos que a imprensa vinha soltando de véspera: o mal triunfaria, enterrando a democracia da Venezuela.
“O que eu tenho a ver com isso?! Deixa eles...”no Brasil todo mundo dá pi-tá-co em tudo. É a liberdade de expressão. E era. E eles estavam esbanjando ela, tanto na esfera da suja-estrutura (em Brasília dezenove horas) quanto da des-estrutura (no senso comum de cada dia).
Agora, saído do fato central - "a vitória da venezuelana (1,5%)"– o que é mais curioso é como a aristocracia tupiniquim está gozando (com trocadilho), da oportunidade de ser pedrada, depois de tandos anos sendo janela. É só a TV falar em escândalo que eles – depois de dar aquela conferidinha se não é da turma – já vomitam toda aquela “velha opinião formada sobre tudo...”. “O terror da Venezuela perdeu”. E lá, pelo menos, o terror faz plebiscito. “Os comunistas do PT também estão com as mãos sujas pela corrupção”.
Também!? E assim vai... A sagrada política Brasileira está cada vez mais vulgar, e a direita cada vez é maior o sobressalto.
Até a Hebe cansou. E juntou mais um monte de socialaites castas e de famílias de boa procedência, para se cansarem juntos. Acompanhado de uma boa bebida, ao som de Jazz... “Mas não é uma gracinha”. Ninguém nem ficou sabendo direito dessa Marcha da Família com Deus, pela liberdade II- a ressurreição. Mas ela existiu, com direito até àquele saudosismo que nós temos: “Como era boa a ditadura. Naquele tempo não tinha bandido!”. E nem plebiscito.
Às vezes, os escândalos políticos são trocados pelos escândalos de outra gente tão ajuizada quanto. E as noticias dos jornais tem que concordar que a administração ta fazendo um serviço mais direito que o dá direita. Nesse momento os Tupy-jacobinos (com todo respeito aos índios e aos franceses) parte para o esculacho. E vão falar da escolaridade, e das analogias do Presidente. Onde ao invés dele se referir a algum filme de vanguarda européia, fica no “chulo” futebol. Esses são os quem nem leram o básico, que o Max Weber (que está longe de ser marxista) já tinha dito que a política é ciência e vocação.
E palpite tem disso: acertar e errar. Até os jornais direitos, tropeçam nos seus achismos, como ocorreu agora, diante da ameaça da Ditadura Populista, e seu nefasto plebiscito. Pra que informações de credibilidade? Tem que achar mesmo. A democracia capitalista garante a todos igualmente e liberdade de expressão. E temos que usufruir dela.... Sendo assim, convido a todos para um Viva:
Viva o triunfo do achismo!
Robson Vilalba
quarta-feira, 28 de novembro de 2007
A fonte é nova (?), mas a notícia é velha.
Sete morreram em um campo de futebol, sete. Isso em um país que deseja sediar a copa de 2014, 14, o dobro de 7. Os números gostariam de poder mostrar o que está por ocorrer, mudanças drásticas necessitam ser realizadas, se não outras tragédias ocorrerão. Não é apenas a Fonte Nova que precisa de cuidados. É possível contar no dedo quantos estádios brasileiros são passíveis de jogo. Não se pode esperar uma tragédia ocorrer para depois tomar juízo. Plausível não é demolir um estádio após uma tragédia, não é paralisar um aeroporto após uma catástrofe, não é culpar o antecessor pelo desastre no metrô. Ações necessitam ser realizadas com visão, é preciso estudo, medidas preventivas de segurança. Atos pós-tragédia não trarão de volta os mortos. A pergunta que fica é: de quem é a culpa? Não sei a resposta, mas sei que a diretoria do Bahia sabia da situação precária da locação, porém fez o que pode para continuar os jogos “Ora, se não desabou antes, porque desabaria na última partida?” E desabou.
Jacques Wagner, governador baiano planeja demolir a Fonte Nova.
Orlando Silva, disse que foi “último jogo na Fonte Nova”.
Ricardo Teixeira brinca de presidente da república “não sei de nada.”
E Lula se solidariza com a tragédia.
E pensar que praticamente todos os citados são responsáveis diretos pela organização da copa de 2014. Bem administrados estamos, não? Agora é não deixar esta ser mais uma tragédia tupiniquim, não esquecê-la em duas semanas como de costume. Apurações e punições drásticas aos culpados. E não nos esqueçamos das medidas preventivas, ainda temos entre outros: a Ilha do Retiro, o Arruda e o Vivaldão, todos acostumados a receber grandes públicos e que oferecem risco aos torcedores, assim como a Fonte Nova.
7 - 14 - 21 - 28 - 35 - 42 - 49 - 56 - 63 - 70..........
E viva a Copa de 2014!